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Eduardo Cunha é julgado no STF pela acusação de recebimento de propina

Diversas 31/08/2016

 Na novela Eduardo Cunha, o deputado afastado aguarda duas decisões: se terá ou não o mandato cassado na Câmara e o julgamento no Supremo Tribunal Federal, pela acusação de ter recebido dinheiro desviado de contratos na Petrobras. Ontem o STF ouviu testemunhas de defesa.

O futuro do deputado afastado Eduardo Cunha tem data marcada para ser definido: dia 12 de setembro, é quando os deputados vão decidir se cassam ou não o mandato dele por quebra de decoro parlamentar, por ter mentido ao dizer que não tinha contas no exterior.

Nesta terça-feira (30), líderes de nove partidos assinaram um compromisso para mobilizar as bancadas. Eles estão preocupados com a possibilidade do quórum ser baixo, já que dia 12 cai numa segunda-feira, dia de menor presenças na Câmara - o que favoreceria Eduardo Cunha.

Mas as atenções de Eduardo Cunha não estão voltadas apenas para o processo político. No Supremo Tribunal Federal, ele responde à acusação de ter recebido ao menos US$ 5 milhões desviados de contratos de navios sonda da Petrobras. O processo está na etapa de ouvir testemunhas. O depoimento de Eduardo Cunha, que nega as acusações, ainda vai ser marcado.

De acordo com a denúncia, Eduardo Cunha teria mandado a aliada e então deputada federal, Solange Almeida, apresentar requerimentos de convocação de empresários para depor na Câmara, com o objetivo de pressioná-los a pagar propina. Ouvidos como testemunhas de acusação, o doleiro Alberto Yussef, o ex-diretor da Petrobras, Nestor Cerveró, e o operador Fernando Soares, [o Fernando Baiano], disseram que Eduardo Cunha estava envolvido no esquema de corrupção.

Nesta terça-feira, falaram as testemunhas de defesa: o deputado Pedro Chaves - contou como são feitos os requerimentos de convocação - Manoel Júnior, que deixou o Supremo sem conversar com a imprensa e o deputado Carlos Sampaio. Sampaio disse que não confirmou a tese de que parlamentares podem usar a senha de computador de um outro deputado. Segundo ele, isso até pode acontecer, mas não é normal. "Minha história me qualifica para as pessoas saberem que o fato de eu ser testemunha de defesa nada tem a ver com uma relação de amizade com ele, que nunca tive. Até porque, repito: não só fui à tribuna da Câmara pedir o seu afastamento, como viemos um grupo de deputados, e o PSDB esteve presente, pedir o afastamento judicial do ex-presidente [da Câmara] Eduardo Cunha", declarou Sampaio.

Fonte: Globo

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