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Michel Temer assume a presidência da República até dezembro de 2018

Diversas 01/09/2016

 Poucas horas depois de confirmada a decisão do Senado pelo impeachment de Dilma, Michel Temer tomou posse como presidente da República. Temer também convocou uma reunião ministerial, em que prometeu rebater as acusações dos aliados de Dilma e repreendeu o próprio partido, pedindo unidade nas tomadas de decisões.

Michel Temer acompanhou julgamento na residência oficial, ao lado de ministros mais próximos. Assim que saiu o resultado, ele foi para o Palácio do Planalto, onde às 15:30 recebeu a notificação da decisão do Senado.

No Congresso, correria para deixar tudo pronto para a posse. Muitos metros de tapete vermelho foram colocados por onde passaria o novo presidente. Integrantes do PMDB já aguardavam com bandeirinhas. Perto das 16:30 Michel Temer chegou ao Congresso, mas não subiu a rampa, como é o costume. Entrou pela chapelaria e foi logo cercado, mal dava para andar. O presidente seguiu junto com os presidentes do Senado, da Câmara e do Supremo Tribunal Federal até o gabinete da presidência do Senado. De lá, para o plenário lotado de parlamentares e convidados. Antes de ocupar a mesa, recebeu cumprimentos e tirou muitas selfies.

Depois da execução do hino nacional, o novo presidente fez o juramento. “Prometo manter, defender e cumprir a Constituição, observar as leis, promover o bem geral do povo brasileiro”.

Michel Temer chegou ao plenário do Senado cerca de uma hora depois de ser notificado. Não teve discurso, foi uma cerimônia rápida, com a presença de muitos deputados e senadores. Ao declarar Michel Temer empossado como presidente do Brasil até 31 de dezembro de 2018, o senador Renan Calheiros sinalizou apoio ao novo governo: “Parabéns, viu? Tamo juntos”, disse.

A cerimônia durou apenas 12 minutos. Do Congresso, Temer voltou ao Planalto para a primeira reunião ministerial como presidente efetivo. Estavam presentes 22 dos 24 ministros.
Pela primeira vez, Temer prometeu rebater as acusações dos aliados da agora ex-presidente Dilma Rousseff. “Agora nós não vamos levar ofensa para casa, quer dizer, agora as coisas se definiram e portanto é preciso muita firmeza. E a firmeza, muitas vezes, vem pela elegância da conduta, não vem pelo xingamento ou pela agressão. Golpista é quem derruba a Constituição. Quem quer violar o texto constitucional e vocês sabem que, no plano internacional, eles tentaram muito e conseguiram até com algum sucesso, dizer que aqui no Brasil houve um golpe. Um golpe que durou, hoje o 108º dia de processo de impedimento, com defesa...” disse o presidente.

Temer também repreendeu o próprio partido, que deu votos para que Dilma mantivesse o direito a ocupar funções públicas: “Nós tivemos um pequeno embaraço até na base governamental, em face de uma divisão que lá se deu. É outra divisão também inadmissível. Se é governo, tem que ser governo. Quando não quer, não concorda com uma posição do governo, vem pra cá e conversa conosco, para nós termos uma ação conjunta. O que não dá é para aliados nossos se manifestarem lá no plenário sem ter uma combinação conosco”.

No início da noite Michel Temer fez o primeiro pronunciamento em rede nacional como presidente da República. "São quase 12 milhões de desempregados e mais de R$ 170 bilhões de déficit nasw contas públicas. Meu compromisso é o de resgatar a força da economia e recolocar o Brasil nos trilhos".

Depois, Michel Temer seguiu para a base aérea. Passou o cargo de presidente da República ao presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia. Isso porque ele já estava embarcando para a China, onde participará de uma reunião do G-20, grupo formado por países com a maior econimia do mundo. Temer volta ao Brasil a tempo de participar do desfile do dia da independência, em Brasília, e da abertura da Paralimpíada, no RJ.

 

Fonte: Globo

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