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RJ diz que servidor pode ter cenário 'dramático' se pacote não for aprovado

Diversas 09/11/2016

O secretário da Casa Civil do Rio de Janeiro, Leonardo Espíndola, afirmou, em entrevista ao Bom Dia Rio desta quarta-feira (9), que caso projeto de mediadas de austeridade não seja aprovado, o servidor terá um cenário "extremamente dramático".

“Não houve outra alternativa. Isso faz parte do jogo democrático, debater com a Assembleia, debater as discussões, levar os números para os deputados. São 70 deputados que são reopresentantes do povo fluminense. São mais de 16 milhões de habitantes que são representados na Assembleia. O que nós fazemos, é detalhar esses números e mostrar a importância do projeto ser aprovado,que justamente busca preservar o servidor. Se o projeto não for aprovado, o servidor terá um cenário extremamente dramático", disse o secretário da Casa Civil.

 Segundo Espíndola, grande parte dos gastos do governo é com a previdência. Segundo o secretário, as medidas são necessárias e não são para punir o servidor.

"Nós temos 246 mil aposentados e pensionistas. O que o Rio Previdência gasta é de, aproximadamente, R$ 18 bilhões por ano, com 246 mil aposentados e pensionistas. Isto é o mesmo orçamento que a segurança, a saúde e a educação, juntos, para 16 milhões de habitantes da cidade do Rio de Janeiro[...]. Nós arrecadamos R$5 bilhões de contribuição previdenciária e gastamos R$18 bilhões. As medidas são  necessárias. Elas são duras? Sem dúvida nenhuma. Afetam a vida das pessoas, não há dúvida. Não se quer punir o servidor, mas não há outra alternativa”, explico Espíndola.

O secretário da Casa Civil explicou o percentual de gastos do governos e reafirmou que, com os servidores públicos, aposentados e ativos, esses gastos são mais da metade.

“Hoje 65% da despesa do governo é com servidor público, aposentado e ativo. Você tem 15% que são gastos em serviços da dívida. Você tem mais 15% que são despesas obrigatórias, em saúde e educação. Você tem só 5% do orçamento que é chamado de custeio discricionário, você tem ali a gasolina do carro da PM, alimentação do preso, luz, água, telefone. Essas despesas o governo reduziu em mais de 40%. Gastava mais de R$ 4 bilhões, em 2013, hoje, gasta R$ 2,5 bilhões. A formatação das despesas do executivo é praticamente inflexiva. A gente teve que enfrentar a questão previdenciária”, completou o secretário.

Secretaria de Fazenda fará comunicado sobre 13º salário
Durante a entrevista, Leonardo Espíndola disse que a Secretaria de Fazenda fará um comunicado nos próximos dias sobre a previsão do 13º salário dos servidores públicos. Segundo ele, não há previsão de garantia.

“A Secretaria de Fazenda já se pronunciou que irá fazer um comunicado, ao longo dos próximos dias, a respeito da previsão do 13º. A situação é muito difícil, mas haverá um pronunciamento da Secretaria de Fazenda a respeito do tema”, disse Espíndola.

Fonte: G1

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