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Petróleo registra alta após perdas da abertura de fevereiro

Negócios 03/02/2016

Os barris de petróleo voltam a registrar valorização nesta quarta-feira (3), após as duas sessões de queda motivadas pelas notícias negativas do mercado e pelas menores perspectivas para um acordo entre os países produtores.

Às 8h44, o barril de Brent negociado na International Exchange Futures (ICE) tinha recuperação de 1,59%, a US$ 33,24; enquanto o preço do barril do light sweet crude (WTI), do Texas, avançava 1,72%, a US$ 30,41.

Às 9h38, o barril de Brent avançava 1,64%, a US$ 33,26; enquanto o de WTI registrava acréscimo de 1,76%, a US$ 30,41.

A commodity continua a sofrer com os temores sobre o desempenho da economia chinesa, o que afeta a demanda do país pela matéria-prima. O excesso de produção no mercado ainda pode agravar a situação, com o aumento das exportações de crude do Irã, após o fim das sanções ao país.

Nesta terça-feira, agências russas informaram que a produção de petróleo na Rússia atingiu um novo recorde no mês passado. As empresas produziram 46 milhões de toneladas de petróleo e condensados (hidrocarbonetos), com uma média de 18,88 milhões de barris diários -- um aumento de 1,5% em relação ao mesmo período do ano passado, que garantiu uma produção recorde desde 1989.

Na véspera, os preços caíram como resultado dos constantes dados negativos da economia chinesa e da falta de perspectiva por parte do mercado internacional. O barril de  Brent para entrega em abril fechou em baixa de 4,99% no mercado de futuros de Londres, cotado a US$ 32,72. O barril de WTI fechou em queda ainda maior, de 5,5%, cotado a US$ 29,88, abaixo dos US$ 30 pela primeira vez desde o último dia 22 de janeiro.

Efeitos no mercado

Os baixos preços têm afetado economias de países exportadores, como a Venezuela, e planos de gigantes do setor. Nesta terça-feira (2), o BP anunciou uma queda de 91% nos resultados do quarto trimestre de 2015, o pior resultado em duas décadas. Na semana passada, a Chevron anunciou seu primeiro prejuízo anual desde 2002.

O Azerbaijão, que depende do petróleo e do gás natural para 95% das suas exportações, fechou o sétimo banco desde o dia 18 de janeiro e procura alternativas para lidar com a pressão da queda dos preços, com a possibilidade de recorrer ao FMI e ao Banco Mundial. A moeda local chegou a mínimas históricas.

 

Fonte: Jornal do Brasil

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