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Após disparada na véspera, Bovespa fecha em baixa

Negócios 24/02/2016

O Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, fechou em queda nesta terça-feira (23), após ganhos de mais de 4% na véspera. A nova queda do preço do barril de petróleo e das commodities freou a busca por ativos de risco, causando o recuo das principais bolsas internacionais.

A bolsa teve recuo de 1,65%, aos 42.520 pontos. No mês de fevereiro, o índice acumula alta de 5,23%. Petrobras e Vale lideraram as baixas.

As ações da Petrobras registraram forte queda, acompanhando a desvalorização do petróleo. Os papéis ordinários da estatal, PETR3, recuaram 4,45%, a R$ 7,08, enquanto os preferenciais, PETR4, caíram 2,38%, vendidos a R$ 4,92.

Já a Vale teve baixa ainda maior, com a baixa do minério de ferro no exterior. A companhia ainda informou que foi citada em uma ação judicial de R$ 2 bilhões relacionada ao rompimento da barragem da Samarco em Mariana (MG), desastre ambiental ocorrido em novembro do ano passado. As ações ordinárias da empresa, VALE3, se desvalorizaram em 5,78%, a R$ 12,38, ao mesmo tempo em que seus papéis preferenciais, VALE5, caíram 4,26%, a R$ 9.

As ações do setor bancário, com peso no índice, também recuaram, com o Itaú PN caindo 1,42%, e o Bradesco PN em baixa de 0,92%.

Bolsas europeias recuam com queda das commodities

As bolsas europeias encerraram a sessão de hoje em queda, pressionadas pela queda do preço do petróleo e do cobre. No final do pregão, indicadores vindos dos Estados Unidos contribuíram para o clima de pessimismo entre investidores. O índice pan-europeu Stoxx 600 fechou em queda de 1,22%, aos 327,78 pontos.

Em Paris, o índice CAC-40 encerrou aos 4.238,42 pontos, queda de 1,40%. Já em Frankfurt, o DAX cedeu 1,64%, aos 9.416,77 pontos. O destaque negativo ficou com as ações das montadoras, com Volkswagen caindo 2,87%.

Em Milão, o índice FTSE-100 fechou com perdas de 1,95%, na mínima do dia, aos 17.163,46 pontos, influenciada pelo desempenho de bancos como Banco Popolare (-4,22%) e da Fiat Chrysler (-2,95%). Em Madri, o Ibex-35 fechou em queda de 1,42%, aos 8.267,60 pontos, enquanto o PSI-20 da bolsa de Lisboa fechou aos 4.673,30 pontos, em queda de 2,31%.

Bolsas asiáticas também caem

As principais bolsas da China sofreram baixa hoje, com os investidores preocupados com uma nova instabilidade no valor dos barris de petróleo. O principal índice do gigante asiático, o Xangai Composto, teve queda de 0,79%, aos 2.903,33 pontos. A maior queda do pregão ficou em 1,8%.

O mercado também foi pressionado pelo vencimento nesta semana de contratos de recompra reversa. O PBoC (Banco Central chinês), que passou a realizar operações no mercado aberto diariamente, ofereceu 130 bilhões de yuans (US$ 20 bilhões) a bancos comerciais, depois de aplicar 10 bilhões de yuans no sistema financeiro na segunda-feira.

No restante da Ásia, o resultado da maioria dos índices também ficou no vermelho. O Hang Seng, de Hong Kong, teve baixa de 0,25%, aos 19.414,78 pontos. O Nikkei, em Tóquio, registrou baixa de 0,37%, aos 16.052,05 pontos. O Kospi, em Seul, recuou 0,11%, aos 1.914,22 pontos. Em Taiwan, contudo, o Taiex avançou 0,10%, aos 8.334,64 pontos. Em Manila, o PSEi também ficou no positivo, com alta de 0,53%, aos 6.819,34 pontos.

Dólar se recupera, mas permanece abaixo de R$ 4

Já o dólar fechou em alta depois de acumular uma queda de mais de 2% nas últimas duas sessões, refletindo a queda dos preços do petróleo e a crise política e econômica no Brasil.

A moeda norte-americana subiu 0,32%, a R$ 3,9627. No mês de fevereiro, a moeda acumula queda de 1,53% frente ao real. Em 2016, o dólar tem valorização de 0,37%.

Fonte: Jornal do Brasil

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