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Bovespa sobe mais de 4%, impulsionada por possível delação de Delcídio

Negócios 04/03/2016

O principal índice da Bovespa registra forte alta nesta quinta-feira (3). Além do otimismo de investidores em mercados estrangeiros, o mercado doméstico sustenta o crescimento. As ações ordinárias e preferenciais da Petrobras têm forte valorização.

Às 14h03, o ibovespa avançava 2,69%, a 46.099 pontos. No horário, os papeis ordinários da Petrobras registravam alta de 9,88%, a R$ 8,90. Já os preferenciais tinham alta ainda mais expressiva, de 11,68%, a R$ 6,31.

O cenário político teria motivado o otimismo do mercado. As notícias de que o senador Delcídio do Amaral (PT-MS) teria feito acordo de delação premiada com investigadores da Operação Lava Jato teriam repercutido entre investidores.

O IBGE divulgou, nesta quinta, que o PIB brasileiro teve uma queda de 3,8% em 2015. É a maior queda desde o início da série histórica atual, iniciada em 1996. Em valores, o PIB fechou o ano passado em R$ 5,904 trilhões.

Ao longo do dia, o cenário já era de alta

Às 10h11, o crescimento era de 1,17%, a 45.419 pontos.

Às 11h45, o ibovespa avançava 1,41%, aos 45.525 pontos.

Às 12h55, a alta era de 2,11%, a 45.841 pontos.

Às 14h03, o ibovespa avançava 2,69%, a 46.099 pontos.

Às 14h54, o avanço era de 3,43%, a 46.434 pontos.

Às 16h10, a bolsa subia ainda mais, a 4,48%, aos 46.907 pontos. As ações da Petrobras seguem disparando. Os papéis ordinários da empresa, PETR3, avançavam 13,09% no horário, a R$ 9,16, enquanto os preferenciais, PETR4, subiam 15,75%, vendidos a R$ 6,52. As ações da Vale também têm forte crescimento, acima de 7%, na esteira do aumento dos preços do minério de ferro na China e com agentes financeiros ainda avaliando os termos do acordo da Samarco sobre o desastre ambiental em Mariana, Minas Gerais.

Às 17h29, a alta era de 4,70%, aos 47.005 pontos.

Dólar registra desvalorização em relação ao real

O dólar tinha baixa de 1,01% às 11h46, cotado a R$ 3,8544 na venda, nesta quinta-feira.

Às 14h32, a queda era de 1,89%, com cotação a R$ 3,8202.

Na véspera, a moeda também havia recuado 1,35%, para a menor cotação registrada desde o final de dezembro, a R$ 3,8877. No ano, a moeda acumula queda de 1,52%.

Bolsas europeias recuam com queda no petróleo

As principais bolsas europeias estavam em baixa na manhã desta quinta, com o mercado preocupado com a queda nos preços do petróleo. Às 12h23, o movimento ainda era de baixa, e o EuroStoxx 50, índice que representa as principais empresas da zona euro, registrava queda de 0,63%, aos 3.002,50.

Na quarta-feira, as bolsas do continente fecharam sem direção única. Os mercados de Paris, Frankfurt e Madri registraram alta com suporte de ganhos do petróleo, enquanto a bolsa de Londres fechou no vermelho. O índice pan-europeu Stoxx 600 se recuperou de perdas observadas em momentos anteriores e subiu 0,66%, aos 340,97 pontos, impulsionado por ganhos em ações do setor bancário, favorecidas por comentários de Benoît Coeuré, membro do Conselho Executivo do BCE, de que os bancos europeus podem lidar com os juros negativos.

Bolsas asiáticas têm alta com dados dos EUA e recuperação de commodities

Os principais índices financeiros da região Ásia-Pacífico avançaram nesta quinta, ainda em resposta às medidas adotadas pelo banco central chinês nesta semana, e também aos dados positivos norte-americanos e à recuperação em commodities. Na China, o Xangai Composto registrou avanço de 0,35%, a 2.859,76 pontos, a terceira alta seguida. O mercado também fica na expectativa por sinais sobre a política econômica do encontro Legislativo chinês que começa neste sábado (5).

O banco central da China cortou em meio ponto o índice obrigatório de reservas nos bancos nesta semana, injetando liquidez no mercado. Foi o primeiro movimento de estímulos de um banco central após a reunião do G20, que terminou no sábado (27) em Xangai.

No restante da região, os índices também tiveram alta alta pelo terceiro dia seguido, com o mercado respondendo a dados positivos sobre emprego nos Estados Unidos e com a valorização de commodities, como o cobre e o minério de ferro. No Japão, o Nikkei avançou 1,3%, após a alta de 4% da sessão anterior.

Fonte: Jornal do Brasil

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