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Além da recessão, brasileiros enfrentam inflação alta e persistente

Negócios 05/03/2016

Edição do dia 03/03/2016

03/03/2016 23h22 - Atualizado em 03/03/2016 23h22
Além da recessão, brasileiros enfrentam inflação alta e persistente
Mais da metade da inflação de 10,7% em 2015 é consequência do aumento do dólar e do forte reajuste de preços controlados pelo governo.
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Além do encolhimento do PIB, que elimina empregos, a nossa economia ainda tem passado por outro problema grave.

Não é só recessão: os brasileiros enfrentam também uma inflação alta e persistente. Com a recessão, a inflação tinha que ser baixa porque tem menos gente comprando. Mas em 2016 ela começou alta - reflexo de 2015, quando a inflação foi de 10,7%. Mais da metade veio do aumento do dólar e do forte reajuste de preços controlados pelo governo, principalmente energia.

“Este ano muito provavelmente que a gente vai ver por exemplo na conta de energia elétrica subindo muito pouco ou subindo nada. A gente espera que a inflação desacelere, tem todos os motivos pra inflação cair esse ano”, diz a economista Tatiana Pinheiro, do banco Santander.
A previsão dos economistas é que ela reduza um pouco, abaixo dos 8%.

A combinação de inflação, recessão e desemprego subindo cria um cenário desanimador. Estamos no começo de março e muita gente já considera 2016 um ano perdido. Fica aquela sensação de que a crise não vai terminar nunca. Mas se a gente olhar para a história econômica do país, nós vamos ver que já passamos por várias recessões e em todas elas, em algum momento, o Brasil se recuperou.

Nos últimos 115 anos, o Brasil passou por nove crises econômicas importantes. Guerras mundiais e crises financeiras provocaram quatro recessões de 1900 até 1943, segundo gráfico de PIB per capita, que é a divisão do PIB pelo número de brasileiros. Depois tivemos ciclos recessivos no forte ajuste feito pelo regime militar, na crise da dívida externa, no confisco do plano Collor, na crise da Rússia e adoção do câmbio flutuante. E a de agora, que começou em 2014 e promete continuar em 2016.

O economista Fernando Sampaio, da LCA Consultores, reforça que toda crise tem o seu fim.

“Como é que o Brasil saiu de recessões anteriores? Com forte ajuda das exportações. A recessão vai criando alguns elementos que facilitam a retomada, seja redução de custos que reforçam a competitividade, seja redução de inflação. Mas a gente sabe, pela história, que as recessões não duram indefinidamente. Mesmo as mais graves, como a da Argentina no começo desse milênio, têm uma hora que se esgota”, avalia.

Fonte: G1

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